Destino

Da ultima vez eu joguei meu destino em outras mãos. Estava pesado, eu imagino! Não foi por querer, fui me distraindo e soltando ele aos pedaços para que alguem o fizesse florescer.

Não pude escolher, este alguem foi embora, simplesmente jogou meu destino de volta para mim, como um fardo que não poderia carregar. Tentei perder esse alguem dentro de mim. Se consegui? Obvio que não. Mas a guardei o mais fundo e escondido que pude.

Mas essa pessoa me mostrou que meu destino pode florescer em qualquer lugar, qualquer canto, qualquer quarto, qualquer voz, qualquer sentido.

Me mostrou que tenho que me livrar dos planos, que tenho que jogar conforme o jogo, não conforme as regras.

Agora tenho meu destino de volta. Não tão pesado quanto quando estava em outras mãos. E aprendi a regalo e aduba-lo conforme as notas musicais me levam.

Meu destino hoje depende de mim, aprendi que nada nem ninguem é responsável por ele.

Querer não é poder como dizem por ai.... Querer é fazer acontecer!

Hoje estou aprendendo a conviver com esse pacto de mediocridade com o viver.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011 às 14:32

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