
A distancia alimenta os pensamentos, aumenta os sentimentos, multiplica as vontades.
Dois dias sem te ver, mais uma semana pela frente sem a sua presença física. Confesso, não me sinto confortável com a sensação da ausência. Mas confesso também que a minha sensibilidade de percepção de você está dilatada.
Estou percebendo o quão imensamente bela você é. O quanto sua pele é formidável, suas mão são lindas e como você fica perfeita me olhando por minutos intermináveis.
Percebi que adoro te ver dirigindo, concentrada nos movimentos do carro. Adoro o movimento dos seus lábios quando conversa comigo.
Descobri que acho extremamente sexy o seu modo de caminhar, seu corpo esculturado, seu jeito feminino de ser.
Me apaixono novamente só de lembrar das brincadeiras, formas carinhosas de me chamar e de me abraçar.
Seu cheiro, seu toque, seus olhos, estão na mente como filmes que amamos ver e relembrar como peças fundamentais da nossa vida.
Sinto como estivesse vendo você enrolando o cabelo, mania essa que cada vez que recordo sorrio em sinal de aprovação e gosto.
A distancia está trazendo a tona a minha cara de boba pelo simples fato de me lembrar de como você mexe as mão enquanto fala. Essa mesma cara de boba que estou enquanto sou submetida a uma insanidade transviada de escrever sobre você.
Sinto meu coração acelerar a cada toque do celular esperando por noticias suas. Esperando para ouvir depois de um “Alô” um “ Oi Bebê”.
Descobri também que o timbre da sua voz é magnifico, é extremamente agradável aos meus ouvidos exigentes.
E nisso as horas entre um sábado e outro se tornam intermináveis.
Mas continuo aqui, te esperando.
Volte logo pra mim Amada.

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