Distancia

Yo te quiero con limón y sal,
yo te quiero tal y como estás,
no hace falta cambiarte nada.
Yo te quiero si vienes o si vas,
si subes y si bajas y no estás
seguro de lo que sientes







A distancia alimenta os pensamentos, aumenta os sentimentos, multiplica as vontades.

Dois dias sem te ver, mais uma semana pela frente sem a sua presença física. Confesso, não me sinto confortável com a sensação da ausência. Mas confesso também que a minha sensibilidade de percepção de você está dilatada.

Estou percebendo o quão imensamente bela você é. O quanto sua pele é formidável, suas mão são lindas e como você fica perfeita me olhando por minutos intermináveis.

Percebi que adoro te ver dirigindo, concentrada nos movimentos do carro. Adoro o movimento dos seus lábios quando conversa comigo.

Descobri que acho extremamente sexy o seu modo de caminhar, seu corpo esculturado, seu jeito feminino de ser.

Me apaixono novamente só de lembrar das brincadeiras, formas carinhosas de me chamar e de me abraçar.

Seu cheiro, seu toque, seus olhos, estão na mente como filmes que amamos ver e relembrar como peças fundamentais da nossa vida.

Sinto como estivesse vendo você enrolando o cabelo, mania essa que cada vez que recordo sorrio em sinal de aprovação e gosto.

A distancia está trazendo a tona a minha cara de boba pelo simples fato de me lembrar de como você mexe as mão enquanto fala. Essa mesma cara de boba que estou enquanto sou submetida a uma insanidade transviada de escrever sobre você.

Sinto meu coração acelerar a cada toque do celular esperando por noticias suas. Esperando para ouvir depois de um “Alô” um “ Oi Bebê”.

Descobri também que o timbre da sua voz é magnifico, é extremamente agradável aos meus ouvidos exigentes.

E nisso as horas entre um sábado e outro se tornam intermináveis.

Mas continuo aqui, te esperando.


Volte logo pra mim Amada.


sábado, 11 de setembro de 2010 às 17:57

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